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Inconditional love - 15º

por i., em 02.01.14

''Não existe pessoa nenhuma na qual eu confie mais do que em ti.''

 

 

 

 

Depois de ter tomado um duche rápido enrolei o meu corpo numa toalha lavada, enrolando depois o meu cabelo numa outra mais pequena. Sequei a cara, enquanto me olhava ao espelho e passei de seguida ao corpo. Assim que estava seca, passei o meu creme com aroma a morango pelo mesmo e por fim, vesti a minha lingerie lavada, enfiando o vestido que tinha escolhido minutos antes de ter entrado para a casa de banho. Ainda não acreditava que Kevin tinha aceite vir a esta festa, quem olhava para ele, a última coisa que diria era que ele ia querer vir a uma festa onde iam estar montes de pessoas que provavelmente ele nem conhecia, apesar de serem da mesma escola que nós. Mas, mesmo depois de eu lhe ter dito tudo isto, e de lhe ter perguntado o porquê de querer ir, ele tinha-me dado exatamente a mesma resposta que tinha dado a Di, queria celebrar o nosso namoro, queria mostrar a toda a gente que estávamos junto e achava que não havia melhor oportunidade do que esta para isso. Eu nunca tinha sido muito deste tipo de coisas, quando ia era apenas porque Di me obrigava, mas ele estava tão decidido e até parecia entusiasmado que me era impossível dizer-lhe que não, até porque não nos fazia mal nenhum divertirmo-nos nem que fosse só um bocadinho. Sorri ligeiramente enquanto fechava o tampo da sanita para me sentar em cima do mesmo de forma a poder calçar os sapatos e quando estava finalmente vestida, olhei-me ao espelho, dando uma pequena voltinha. Não estava má de todo, nunca tinha tido muito jeito para me arranjar para este tipo de coisas por isso, acho que estava minimamente apresentável. Olhei as horas, vendo que faltava pouco mais de dez minutos para que Kevin chegasse e por isso, comecei a tratar do meu cabelo e da maquilhagem. Optei por realçar apenas os meus caracóis, colocando uma maquilhagem muito leve e estava a colocar o meu batom quando ouvi o som da campainha soar pela casa toda. Sorri, abrindo logo a porta da casa de banho e passei rapidamente pelo meu quarto, para pegar na minha mala e saí da mesma forma do quarto, ouvindo o meu pai abrir a porta e cumprimentar Kevin quando eu já estava a descer as escadas.
- Ela já deve estar quase pronta, já está no quarto há um bom bocado.- ouvi-o dizer-lhe.- mas eu posso ir chamá-la, se quiseres.
- Não, não é preciso.- sorri ao ouvir a sua voz.- eu espero.- mordisquei o meu lábio inferior, ao perceber a figura de parva que estava a fazer por estar à escuta mas como deixei de os ouvir, percebi que podia descer. Endireitei-me, passando as mãos pelo vestido e depois de agarrar melhor na minha mala desci os degraus que faltavam, sentindo os olhos de Kevin postos em mim, visto que a porta da entrada ficava mesmo em frente às escadas. Sorri discretamente, olhando para ele da mesma forma e senti o meu coração disparar numa corrida frenética quando vi a roupa que trazia vestida. Não era nada demais, mas estava mais arranjado do que o costume, com umas calças de ganga claras e uma camisa nuns tons azulados, que tanto combinavam com a cor dos seus olhos. Ergui o olhar para ele, vendo-o olhar-me da mesma forma que eu o olhava e assim que cheguei junto de si, senti-o abraçar-me pela cintura e puxar-me para si, olhando para o meu pai antes de me beijar.
- Desde que não abuses.- ele encolheu os ombros, o que me fez soltar uma gargalhada. Olhei para o meu pai por cima do ombro, vendo-o olhar-nos meio desconfiado, e quando voltei a olhar para Kevin, já só senti os seus lábios junto dos meus. Como era óbvio, já tinha falado ao meu pai de Kevin, e eles também já se tinham conhecido e, apesar de estar um pouco de pé atrás, como bom pai que era, limitou-se apenas a dizer que se eu estava feliz, que era isso que importava.
- Estás linda.- sussurrou contra a minha boca, mal o beijo cessou. Mordisquei a parte de dentro da minha bochecha, sentindo-a ficar mais quente e abracei-lhe o pescoço com os dois braços, dando-lhe mais um beijinho antes de falar.
- Olha que tu também não estás nada mal.- disse com um sorrisinho afastando-me depois ligeiramente para agarrar na sua mão, entrelaçando os meus dedos nos seus.
- Tens tudo o que precisas? – Kevin perguntou, ao mesmo tempo que acariciava a palma da minha mão com o seu polegar. Assenti, encostando-me ao seu braço e olhei para a minha mãe que nos contemplava com um sorriso.
- Vou tentar não chegar muito tarde, mas é melhor não ficares à minha espera.-  voltei a olhar para o meu pai, dirigindo-lhe um sorrisinho e, contrariamente ao que eu esperava que fosse acontecer, ele olhou para Kevin.
 - Prometes trazer a minha filha em segurança? – revirei os olhos com um pequeno sorriso. Ia ser sempre um pai galinha. Ouvi a gargalhada de Kevin, apertando-me mais contra si e por fim, os seus lábios beijarem-me o cabelo.
- Nem eu estava a pensar noutra coisa.- vi o meu pai assentir e afastei-me de Kev para ir dar um beijo na bochecha do meu pai.
 - Não te preocupes, nós só vamos divertir-nos um bocadinho.- olhei-o.- não és tu que estás sempre a dizer que preciso? – foi a sua vez de me revirar os olhos. Dei-lhe um pequeno abraço, voltando depois para junto de Kevin e voltei a agarrar-lhe na mão.- vamos amor, daqui a nada tenho a Di a ligar-me.- disse, puxando-o para que saíssemos e assim que fechei a porta de casa atrás de nós, parei ao ver um carro preto estacionado junto de minha casa. Levantei ambas as sobrancelhas, olhando para Kevin pelo canto do olho e deixei-me contemplar durante breves segundos o seu sorriso.- o carro é teu? – perguntei baixinho e antes de receber uma resposta sua, vi-o tirar umas chaves do bolso, logo, supus que a resposta fosse afirmativa.- pensei que não conduzias depois do que aconteceu..- deixei a frase suspensa, esperando que ele percebesse ao que me referia, esperando que ele percebesse que estava a falar de Francis, a sua ex-namorada. Ouvi-o suspirar, sentindo a minha mão ser apertada e desviei o olhar do carro para ele, vendo-o passar a mão pelo cabelo de forma nervosa.
- Eu não era para voltar a conduzir.- ele murmurou.- mas como já te disse, não quero que isso condicione o resto da minha vida.- encolheu os ombros.- e além do mais, quero ser eu a levar-te à festa.- puxou-me para me abraçar, gesto que eu aproveitei para esconder a cara no seu pescoço.- não tens medo, pois não? – juntei as sobrancelhas face ao tom baixinho com que falou comigo e dei-lhe um leve beijinho no pescoço antes de me afastar ligeiramente para olhar os seus olhos.
- Claro que não tenho medo Kevin.- murmurei, passando as pontinhas dos meus dedos pelas suas bochechas.- não existe pessoa nenhuma na qual eu confie mais do que em ti.- disse-lhe, sempre a olhar para os seus olhos.
- Foste a melhor coisa que me aconteceu.- senti o meu coração disparar mal o ouvi dizer-me estas palavras mas nem tive tempo de lhe responder visto que, mais uma vez, os seus lábios se juntaram aos meus.

 

***

 

Olhei pela janela assim que senti o carro parar e nem precisei de olhar com muita atenção para saber que tínhamos chegado a casa de Di, conhecia aquela casa quase tão bem ou melhor ainda do que a minha. Desapertei o cinto, saindo e esperei que Kevin desse a volta para vir ter comigo para que depois pudéssemos entrar de mão dada em casa da minha melhor amiga. Fiz uma pequena careta, assim que a música ecoou nos meus ouvidos e olhei em volta, constatando que não conhecia metade das pessoas que ali estava, tal como previra.
- Se quiseres podemos dar meia volta e voltar para minha casa.- falei alto para que Kevin me ouvisse.- aposto que a Di ainda não deu por nós.
- Lamento cara amiga, já é tarde demais para isso.- arregalei os olhos assim que ouvi a voz da minha amiga mesmo ao meu lado e mal virei a cara na sua direcção, vi-a olhar-me com cara de poucos amigos.- com que então querias faltar à super  festa da tua melhor amiga.- abanou a cabeça enquanto fazia barulhinhos de reprovação com a língua no céu da boca.- nunca pensei uma coisa dessas vindo de ti Bethany.
- Eu estava a brincar Dizinha, tu sabes que adoro estas coisas.- ironizei, ouvindo-a rir-se e depois já só a senti abraçar-me de forma rápida.
- Se eu não te conhecesse quase que acreditava.- semicerrou-me os olhos e olhou depois para Kevin, piscando-lhe o olho.- estás todo jeitoso Parker, sim senhora.
- Di.- resmunguei, revirando os olhos mas ela nem me deu resposta, afastando-se com um sorrisinho. Voltei a revirá-los, mas acabei por esquecer, virando-me para Kevin, que se ria.- não percebo onde está a graça.- reclamei.- só eu é que me posso fazer a ti.- continuei a falar toda resmungona e só voltei a sorrir quando ele me deu mais um beijinho.
- Tu sabes como é a tua amiga, conhece-la melhor do que eu.- roçou o seu nariz no meu maxilar, o que me fez encolher ligeiramente.- mas de qualquer das formas, sabes que sou todo teu.- sorri toda convencida, vendo-o abanar a cabeça enquanto sorria também.- anda, vamos dançar.- agarrou-me na mão e, antes que eu tivesse tempo de reagir, já nós estávamos no meio da pista de dança improvisada.

 

***

 

Apesar de ter recomeçado a conduzir, uma das coisas que Kevin não voltou a fazer foi beber e, por isso mesmo, eu também não bebi nada. Além do mais, nunca tinha sido grande fã de bebidas alcoólicas. Em vez disso, passámos algum tempo na pista de dança, abraçados um ao outro enquanto dançávamos a um ritmo que não era propriamente o adequado para aquele tipo de músicas, mas nenhum de nós parecia muito preocupado com isso. Eu só queria aproveitar o facto de estar ali com ele, e Kevin, parecia querer o mesmo. Quando nos fartámos de dançar, ou melhor, quando eu me fartei de dançar, fomos os dois sentarmo-nos num dos muitos sofás que haviam espalhados pela sala de Di. Ainda não conseguia perceber onde é que ela tinha ido arranjar tanta mobília, só esperava que os pais soubessem da existência desta festa ou algo me dizia que Di ia ficar de castigo durante uns belos meses.
- Em que é que estás a pensar? – Kevin perguntou baixinho, com os lábios muito próximos da minha orelha, puxando-me mais contra o seu corpo. A maior parte das pessoas estavam na pista de dança e o resto estava espalhado pela casa, o que me permitia a mim e a ele estarmos um pouco mais à vontade.
- Estava só a pensar que é bom que a Di tenha pedido autorização aos pais ou, caso contrário, vou ficar sem a minha melhor amiga durante algum tempo.- ri-me baixinho, arrepiando-me quando ele também se riu, por continuar com a boca junto do meu ouvido.
- Queres saber em que é que eu estava a pensar? – ele voltou a sussurrar, mas desta vez, os seus lábios começaram a descer até ao meu maxilar, espalhando beijos demorados pelo mesmo. Fechei os olhos com um suspiro, encostando-me o mais que consegui a ele e assenti, sem falar. – estava a pensar no quão feliz estou por estar aqui contigo.- sorri, abrindo os olhos com algum esforço e virei a cara para ele, vendo-o olhar-me com aqueles seus olhos azuis de que eu tanto gostava. Acariciei-lhe a bochecha, tocando-lhe no queixo e estiquei ligeiramente a cabeça até conseguir chegar com os meus lábios junto dos seus. Afundei ambas as mãos no seu cabelo, à medida que o beijo se aproximava e estremeci assim que a sua língua chocou com a minha. Mal o beijo cessou, encostei a minha testa à sua, tentando acalmar a minha respiração irregular, mas isso tornou-se ainda mais difícil quando os lábios de Kevin foram descendo dos meus lábios até ao meu pescoço, o meu ponto fraco. Voltei a fechar os olhos, apertando o seu cabelo nas minhas mãos e entreabri ligeiramente os lábios, pendendo a cabeça para conseguir sentir melhor os seus beijos.
- Kev..- murmurei, já com a voz rouca, sentindo ao de leve a sua língua tocar na minha pele.
- Diz amor.- soprou ele contra o meu pescoço.  Isto nunca me tinha acontecido, o que sentia por ele nunca tinha sentido por rapaz algum, mas eu não tinha medo disso, muito pelo contrário, eu queria-o, e sabia, eu sentia que ele também me queria a mim.
- Vamos embora.- pedinchei, já sem saber quanto tempo mais aguentaria até lhe saltar para cima e agradeci mentalmente quando o senti levantar-se, o que fez com que eu me levantasse também, visto que o meu corpo estava totalmente colado ao seu. A sua boca continuou colada ao meu pescoço, mas não parou, voltando a subir até à minha orelha.
- Queres despedir-te de Di? – esforcei-me por não soltar um gemido baixo ao senti-lo mordiscar-me o lóbulo da orelha.
- Não.- respondi logo, abanando a cabeça.- eu falo com ela depois.- peguei-lhe na mão e sem aguentar mais, eu própria o puxei para que saíssemos daquela casa. Fechei os olhos ao sentir o fresquinho da noite trespassar-me pelo rosto e deixei-me deliciar com a sensação enquanto descia as escadas da entrada para entrar depois no carro. Kevin fez o mesmo que eu, dando a volta para entrar no lugar do condutor e depois de colocar o cinto olhou-me.
- Queres que te deixe já em casa? – perguntou-me, com uma descontração tão grande que nem parecia que tinha acabado de fazer aquilo que só eu sentia ainda.
- Não.- abanei a cabeça enquanto o olhava de olhos semicerrados.- quero que venhas comigo para casa.- sorri marota, vendo-o rir-se e recostei-me depois no banco enquanto sentia o carro começar a andar. Estiquei o braço, até conseguir ligar o rádio e comecei a cantarolar baixinho enquanto apreciava o caminho que se formava pela janela. Mal via a hora de chegar a casa e acabar aquilo que tínhamos começado, ou quase começado. Continuei com a minha expressão marota e só a disfarcei quando Kevin voltou a falar comigo, enquanto conduzia.
- Achas que o teu pai ainda está acordado?
- É provável.- respondi, encolhendo os ombros.- mas tu já estás habituado a entrar pela janela.- ri-me baixinho, piscando-lhe o olho e vi-o olhar-me durante uns segundos. E foram precisamente nesses segundos que tudo aconteceu. Pelo canto do olho, consegui ver a luz forte que se aproximava cada vez mais de nós e, quando desviei o olhar de repente, já a luz estava praticamente em cima de nós, ao mesmo tempo que o que me pareceu ser o buzinar de um camião ecoou por todos os lados.
- Kevin! – gritei, ao perceber o que estava a acontecer, e ainda senti o carro virar repentinamente mas, a partir daí, tudo se apagou de repente. O meu corpo tombou, embatendo em algo duro e frio e a dor era tão forte que os meus olhos se fecharam sem que eu os conseguisse impedir. Os barulhos que até agora ecoavam na minha cabeça acalmaram, bem como a dor que sentia em cada parte do meu corpo. De dor passou a dormência, de confusão passou a calma e de percetível, o mundo deixou simplesmente de existir.

 

 

Antes de mais, quero agradecer-vos pelos comentários todos que fizeram, vocês são as mais queridas de sempre

E pronto, aqui está o capítulo tal como vos prometi, eu acho que está enorme, e apesar de não estar grande coisa, espero que gostem

Digam qualquer coisa, sim?

Para quem não se lembra, a Francis era a ex- namorada do Kevin que morreu num acidente de carro em que era Kevin que conduzia.

Falando agora do capítulo, estavam à espera de que fosse isto que fosse acontecer? e.e 

Estou super curiosa para ver as vossas recções, espero que gostem e não me matem, beijinhoos.

P.s: como sempre não revi, por isso, peço desculpa por qualquer erro.

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publicado às 17:15

Inconditional love - excerto e novidades

por i., em 31.12.13

Eu sei que nunca mais vos disse nada, e peço desculpa por isso, mas eu decidi que vou continuar com a fic, até porque tenho tido ideias e vontade de escrever. Vou tentar postar mais regularmente, prometo que vou tentar mesmo e prova disso é o excerto que vou deixar aqui para vocês. Eu era para postar o capítulo hoje, para vos fazer uma surpresa, mas está tudo tão aterefado aqui hoje que não consegui acabá-lo, mas já não falta muito, por isso, vou postá-lo ainda esta semana. Eu não sei se ainda tenho leitoras, mas de qualquer forma, se ainda houver aí alguém que queira ler ou que tenha lido este excerto, peço-vos que digam qualquer coisa.

Peço desculpa por tudo e prometo que neste 2014 vou tentar postar mais. Aproveito para vos desejar um óptimo ano novo, com tudo aquilo que desejarem. Desejo também que se divirtam, que o passem com todos aqueles que mais amam e que sejam muito felizes. Adoro-vos. 

E agora, aqui têm o vosso excerto:

 

''Endireitei-me, passando as mãos pelo vestido e depois de agarrar melhor na minha mala desci os degraus que faltavam, sentindo os olhos de Kevin postos em mim, visto que a porta da entrada ficava mesmo em frente às escadas. Sorri discretamente, olhando para ele da mesma forma e senti o meu coração disparar numa corrida frenética quando vi a roupa que trazia vestida. Não era nada demais, mas estava mais arranjado do que o costume, com umas calças de ganga claras e uma camisa nuns tons azulados, que tanto combinavam com a cor dos seus olhos. Ergui o olhar para ele, vendo-o olhar-me da mesma forma que eu o olhava e assim que cheguei junto de si, senti-o abraçar-me pela cintura e puxar-me para si, olhando para o meu pai antes de me beijar.

- Desde que não abuses.- ele encolheu os ombros, o que me fez soltar uma gargalhada. Olhei para o meu pai por cima do ombro, vendo-o olhar-nos meio desconfiado, e quando voltei a olhar para Kevin, já só senti os seus lábios junto dos meus. Como era óbvio, já tinha falado ao meu pai de Kevin, e eles também já se tinham conhecido e, apesar de estar um pouco de pé atrás, como bom pai que era, limitou-se apenas a dizer que se eu estava feliz, que era isso que importava.
- Estás linda.-  Kevin sussurrou contra a minha boca, mal o beijo cessou. Mordisquei a parte de dentro da minha bochecha, sentindo-a ficar mais quente e abracei-lhe o pescoço com os dois braços, dando-lhe mais um beijinho antes de falar.
- Olha que tu também não estás nada mal.- disse com um sorrisinho afastando-me depois ligeiramente para agarrar na sua mão, entrelaçando os meus dedos nos seus.''

 

 

  

 

Então? O que esperam que aconteça nesta festa, ou depois dela? Alguns palpites?

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publicado às 23:33

Fim?

por i., em 07.10.13

Não vale a pena dizer que tenho andado ausente e que a fic está parada, porque sei que repararam, ou pelo menos, acho eu. Bem, o que eu queria saber era se ainda estão interessadas, se ainda se lembram, ou, acima de tudo, se querem que continue com a fic ou se já não tenho leitoras, o que é o mais provável. Caso queiram, eu irei terminar a fic e talvez escrever mais coisas, mas se não, o que eu percebo, irei acabar com o blog. Gostava que me dissessem qualquer coisa, porque se não tiver leitoras nem vale a pena começar a escrever outro capítulo. Pela milésima vez desde que me conhecem, desculpem. Espero que digam algo, beijinhos.

 

 

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publicado às 19:28

Divulgação

por i., em 31.08.13

Heeey,

eu sei, eu sei que ando desaparecida, mas as férias ocupam-me quase tanto tempo como a escola ahahah

bem, eu vinha aqui divulgar um fórum de uma amiga minha, por isso se gostarem de escrever e quiserem ter uma personagem, aconselho-vos a darem uma vista de olhos, não se vão arrepender, eu prometo!

Aqui têm o link : http://pearlhillcity.forumeiros.com.pt/

E quanto à fic, ela está meio parada, mas eu vou ver o que posso fazer quanto a isso, visitem o fórum !

 

 

 

 

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publicado às 16:58

Desabafo #8

por i., em 01.07.13

é, só isso.

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publicado às 17:15


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